Eu, cada vez que vi você chegar, me fazer sorrir e me deixar. Decidido, eu disse nunca mais! Mas, novamente estúpido provei, desse doce amargo quando eu sei, cada volta sua o que me faz. Vi todo o meu orgulho em sua mão, deslizar, se espatifar no chão. Vi o meu amor tratado assim. Mas, basta agora o que você me fez, acabe com essa droga de uma vez, não volte nunca mais pra mim. Mais uma vez aqui, olhando as cicatrizes desse amor, eu vou ficar aqui. E sei que vou chorar a mesma dor, agora eu tenho que saber, o que é viver sem você. Eu, toda vez que vi você voltar, eu pensei que fosse pra ficar e mais uma vez falei que ‘sim’. Mas, já depois de tanta solidão, do fundo do meu coração: Não volte nunca mais pra mim!
(Roberto Carlos)

Querido Sr. Presidente venha dar uma volta comigo. Vamos fingir que somos apenas duas pessoas e que você não é melhor do que eu. Eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas se pudermos conversar honestamente. O que você sente quando vê tantos sem-tetos nas ruas? Por quem você reza a noite antes de dormir? O que você sente quando olha no espelho? Você está orgulhoso? Como você dorme enquanto o resto de nós chora? Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus? Como você anda com a sua cabeça erguida? Você pode pelo menos me olhar nos olhos e me dizer como? Querido Sr. Presidente você era um garoto sozinho? Você é um garoto solitário? Como você pode dizer que nenhuma criança é deixada para trás? Nós não somos bobos e não somos cegos. Eles estão todos sentados em suas celas enquanto você abre o caminho para o inferno. Que tipo de pai tiraria os direitos da própria filha fora? E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay? Eu só posso imaginar que a primeira-dama tem a dizer. Você já percorreu um longo caminho de uísque e cocaína. Deixe-me te dizer sobre trabalho duro: Salário minimo com um bebê a caminho. Deixe-me te dizer sobre trabalho duro: Reconstruir sua casa depois que as bombas a levaram embora. Deixe-me te dizer sobre trabalho duro: Construir uma cama com caixas de papelão. Você não sabe nada sobre trabalho duro. (P!nk)

(via semiruiva)


(via semiruiva):
O ovo frito, o caviar e o cozido, buchada e o cabrito, o cinzento e o colorido, a ditadura e o oprimido, o prometido e não cumprido e o programa do partido, o vinho branco, a cachaça, o chope escuro, o herói e o dedo-duro, o grafite lá no muro, seu cartão e seu seguro, quem cobrou ou pagou juro, meu passado e meu futuro, filé ‘minhão’, ‘champinhão’, ‘Don Perrinhão’, Salsichão, arroz, feijão, mulçumano e cristão, a Mercedes e o Fuscão, a patroa do patrão, meu salário e meu tesão, o pão-de-ló, brevidade da vovó, o fondue, o mocotó pavaroti, Xororó, Minha Eguinha Pocotó, Ninguém vai escapar do pó, sua boca e seu loló, a rabada, o tutu, o frango assado, o jiló e o quiabo, prostituta e deputado, a virtude e o pecado, esse governo e o passado…..Tudo vira bosta, um dia depois ♪